Brasil sil sil

Um vídeo que exprime bem o que sentimos morando fora:

Brasa – Gabriel, o Pensador e Lenine

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Poème à mon frère blanc – Léopold Sedar Senghor

Cher frère blanc,
Quand je suis né, j’étais noir,
Quand j’ai grandi, j’étais noir,
Quand je suis au soleil, je suis noir,
Quand je suis malade, je suis noir,
Quand je mourrai, je serai noir.

Tandis que toi, homme blanc,
Quand tu es né, tu étais rose,
Quand tu as grandi, tu étais blanc,
Quand tu vas au soleil, tu es rouge,
Quand tu as froid, tu es bleu,
Quand tu as peur, tu es vert,
Quand tu es malade, tu es jaune,
Quand tu mourras, tu seras gris.

Alors, de nous deux,
Qui est l’homme de couleur ?

Achei esse poema simplesmente genial! Sei pouco do autor, apenas que foi um escritor senegalês que desempenhou importante papel na independência do Senagal e do movimento negro, sendo inclusive presidente de seu país por 20 anos. Mas não sei dizer os detalhes, ou outras obras dele, conheço apenas esse poema.

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Montpellier, p…

Montpellier, pára de chover!!

A umidade relativa só pode ter passado dos 100%, o que que é isso minha gente!

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Solidariedade

Essa campanha “Lula faça o tratamento pelo SUS” é assustadora.

Solidariedade e respeito aparentemente não são levados em conta.

Oposição política é oposição política, não uma vingança infantil e sem o menor sentido. Sim, necessitamos melhorar nosso sistema de saúde. NÃO confundir com a possibilidade de cura de uma doença grave como o câncer em um hospital privado.

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Mundo da Moda I

Com a proliferação de blogs de moda com “look do dia”, muitas grifes ganharam mais espaço e mais força. É uma maneira fácil e acessível de ver as tendências, os estilos e ter ideias de combinações.

PORÉM, faltam algumas coisas muito importantes, como a História da Moda, as linhas de produção (tudo bem, esse item é muito difícil, ONGs se dedicam a isso e muitas vezes não conseguem chegar à toda linha produção), os conglomerados e como as empresas se comportam atualmente.

Descobri apenas hoje que quem fabricou os uniformes nazistas foi Hugo Boss. Não é nenhuma novidade, mas eu, que quem me conhece sabe, tenho um pé no consumo, adoro roupas e me interesso pela História da Moda, não sabia, por isso, resolvi compartilhar. Hugo Boss também usou trabalho forçado na II G.M. A empresa se desculpou publicamente e hoje é uma das empresas que mais investe em projetos sociais.

Se você vai deixar de comprar coisas da marca devido ao seu passado ou comprará devido ao seu presente, é uma escolha pessoal. Mas, confesso que tenho uma certa dificuldade em apoiar uma empresa que construiu sua carreia de sucesso tendo como base o apoio ao partido nazista. Sei também que essa minha visão é meio romantizada, já que em casos como esse temos que olhar os fatos com os olhos do período e não o atual, e que a linguagem empresarial é a do capital.

 

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Festival International Cinéma Méditerranéen

Está rolando em Montpellier o 33 Festival Internacional de Cinema Mediterrâneo. Começou dia 21 de outubro e vai até o dia 29, a programação é intensa, muitas coisas boas, difícil é escolher o que assistir!

Assisti alguns curta-metragens ontem, escolhi os curtas pois dá pra conhecer em uma sessão um pouco da produção cinematográfica de alguns países, no caso, Portugal, Algéria, Itália, Grécia e Espanha.

Gostei especialmente do grego – Casus Belli – e do espanhol – Nadie Tiene la Culpa. Este último é especialmente cômico, de uma maneira super inteligente, sensacional! Recomendo a todos!! Estou a procura desse curta, de preferência o original para comprar. Achei todos bons, mas esses dois e o da Algéria – Brûleurs (Farid Bentoumi) – me chamaram mais a atenção. Os outros foram: Na Escola (Jorge Cramez/Portugal) e Io Sono Qui (Mario Pirreda/Itália).

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Carcassonne

Quinto monumento mais visitado da França, Carcassonne é uma das cidades medievais mais bem conservadas e mais bonitas. Na verdade, ela foi reconstruída no século XIV, quando ganhou a forma que tem hoje.

Desempenhou importante papel durante muitos anos e muitas épocas distintas, desde a época romana, às Cruzadas e à defesa da fronteira da França. Perdeu sua importância em torno do século XVIII, quando as guerras Franco-Hispânicas cessaram devido a um tratado de paz nos Pirineus. Mais tarde foi restaurada, seu processo de restauração foi terminado em 1910, e com ele a cidade ganhou alguns aspectos estéticos que não possuía antes, como as torres pontudas.

Entrada do castelo. Reparem que é essa parte cinza e pontuda que não existia antes

As torres e o castelo não possuíam aquelas pontas que vemos, por exemplo, nos desenhos da Disney, eram chatas, como os fortes e castelos da região do sul da França. Acho importante saber disso pois é um dos traços principais da cidade e o que talvez tenha feito ela ficar tão famosa esteticamente, mesmo assim, seu valor histórico é altíssimo, é um patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO e merece ser. Apenas devido ao próprio curso da história, foi mudando de forma com o passar dos séculos.

A cidade é bem pequena, como toda cidade medieval. É linda e vale a pena a visita! Uma tarde é suficiente para andar nas ruas, entrar na catedral, visitar o castelo e o muro. É mais bonita que Aigues Mortes, mas bem mais turística, de maneira que não senti tanto a história em Carcassonne como em Aigues Mortes. É tão cheio de turistas e todas as casinhas são restaurantes ou lojas de souvenir que em um momento até parecia que eu estava em uma cidade dentro de um parque de diversões e não em uma cidade verdadeiramente medieval.

Uma curiosidade: muitos filmes foram rodados lá, a exemplo de Robin Hood.

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