Barna com a família IV – agora sim!

Mais de um mês depois e cá estou para finalmente atualizar!

AMEI a vinda da minha família, foi ótimo compartilhar esse momento com eles e a minha nova cidade!

Como já faz tempo e tenho muita coisa para colocar aqui, darei uma pequena recapitulada:

  • Virgens devem ser muito bem cotadas mesmo, porque 40min na fila do monastério de Montserrat para ver uma estátua mais ou menos (que me perdoem os fiéis), só pode ser algo de outro mundo mesmo!
  • Gaudí = dinheiro + fila. Casas do Gaudí são lindas, mas preparem-se para as filas e para o preço que não é nada camarada. Sagrada Família? Fila grande é pouco…
  • Jogo do Barça: EXCELENTE! Sim, é caro e é difícil conseguir, mas dando uma de bandeira de cartão de crédito: a vida é agora e a emoção não tem preço. O Messi começou a aquecer na lateral, do nosso lado, o estádio inteiro começou a gritar e a fotografar, impressionante! E, realmente, ele dá um gás e corre, geeeente, como corre!
  • Sant Jordi – 23 de abril: feriado importantíssimo para os catalães. Sant Jordi, ou São Jorge, é o padroeiro da Catalunha. Aqui se comemora o dia de Sant Jordi e não o dia de San Valentín (Valentine’s Day – 14/02) ou nosso dia dos namorados (alguém sabe o porquê de ser dia 12/06?). O homem dá uma rosa à mulher e a mulher dá um livro ao homem. Machista, eu sei. Mas a cidade fica tão bonita, cheia de banca de flores e livros que nem consegui reclamar, é lindo! Todos saem à rua e até a prefeitura abre suas portas para uma visita.
  • Fuente Magica de Montjuic: fui no inverno e na primavera, no inverno é mais bonito. Por que? Porque no inverno tem jogo de luzes também, na primavera, como ainda está claro, não ligam as luzes (mas deveriam).
  • Semana Santa em Barcelona é cheia! Aliás, a cidade é cheia de turistas, mas a semana santa é uma das datas que mais enche fora de temporada, por assim dizer.
  • Palau de la Musica Catalana: tem que ir, é lindo! Adorei o nosso show de Guitarra Española.
Meus pais e minha irmã contaram esses dias com mais detalhes. Só digo que amei! Quando eles chegaram, eu estava lá no meio do apartamento com a mulher da limpeza, eu pilotando o fogão (cena para poucos), meus pais cansados e todo mundo feliz. Mas logo de cara já rolaram aquelas discussões familiares que fazem da família uma família. Intimidade e convivência são assim. Engraçado como quando chegaram eu demorei a me readaptar à mordomia, por assim dizer. Táxi? Que táxi? Metrô ou caminhada! Restaurante? Menu del medio dia! Ser cuidada? Eita, como era isso mesmo? Pois é, mas vou dizer que com mordomia a gente se acostuma fácil. Depois que foram embora, senti a diferença. Mas isso é o de menos, o que a gente sente mesmo é a companhia. Mesmo com os desentendimentos, nada como a casa cheia, como um café em família e como as pequenas coisas que irritam de cada um, mas que dão um toque especial.
Agora um pouquinho dos últimos dois dias: no último dia da Alice, caminhamos pelas Ramblas e fomos ao MareMagnum – shopping – para umas últimas comprinhas antes de levá-la ao aeroporto. Que triste… passou tão rápido!

Nada como a rotina familiar

No dia seguinte, dia 26 de abril, eu e meus pais fomos a Figueres, ao museu Dalí, e a Cadaques. Não sem antes deixar minhas coisas no meu novo apartamento (vida nova!!!), nada como ajuda dos pais. Gente, a definição de Dalí é surreal! Sei que parece redundante, mas é surreal!! Não tem outra palavra… Ele era muito louco, fiquei imaginando como seria uma conversa com ele, o que passava na cabeça dele. Impressionante. Tem um quadro que quando se coloca a alente da máquina fotográfica, a imagem se modifica! Gente, ele PINTOU isso, não fez isso no computador! Surreal! E, sabiam que ele fez uma parceria com Walt Disney??

Ao fundo: o quadro que muda ao vermos através de lentes

De lá seguimos a Cadaques, cidadezinha no litoral da Catalunha simplesmente maravilhosa!! Quem tiver tempo, recomendo meeeeesmo alugar um carro e ir até lá. Infelizmente não tem trem… Lindíssima, mediterrânea, com casinhas brancas e mar azul e transparente! Voltamos a Figueres, onde eu peguei o trem de volta para Barcelona, que aperto… C’est la vie, faz parte da experiência.

Cadaques

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